Índigo

De leve, ele corre pelas encostas barreadas, além do limite da sua criatividade. E vai desenhando, reformulando as listras trêmulas de suas paixões no quadro. Revive-as entre suspiros de saudades e surpresas ao relembrá-las. No quadro, a terra do chão que pisava na infância não é tão viva quanto a original, mas sustenta a obra de arte. Cigarro como companheiro e conselheiro oficial, o pintor tem a pele suada e queimada, da cor do Sol. A trilha sonora rápida envolve o processo criativo, que merda de texto é esse?

Sou eu mesmo, o pintor quem o escreve. E estou pintando, não escrevendo, no momento. Dá licença.

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