Clap, clap!

Por: Darlon Silva

A maturidade de sentimentos pode vir com uma música. Pode vir com um tapa, com um puxão de cabelo. A maturidade apresenta-se como saliva salvadora de solitários sentimentos sexuais latentes. O corpo respira, arfando pesadamente a falta de abrir-se  diabolicamente a alguém. E quando se abre, uma única vez, marca profundamente, a ferro. Encarar o mundo se torna diferente, feliz, alegre
e extremamente intenso.
O dia apresenta-se inafiançavelmente tedioso e insuportável sem você por aqui, tomando refri ou comendo pão com alguma coisa. É dificílimo tentar compreender que essa vazão enorme de sentimentos em mim possa refrescar tua nuca e acalentar teu abraço e você nada sentir. Mas pode ser que não seja em vão completamente, pois perdidos pelo ar estes desejos possam te acariciar a alma algum dia.
Não queira se abrir a alguém, pode tornar-se vulnerável demais. O preço que se paga? Imaginar a vida num êxtase  puro e contínuo. Sem parar, as mãos procuram no espaço aquele físico que lhe falta. É quando um simples abraço significa a necessidade igualada ao se alimentar diário.

Clap, clap!

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